O uso de tecnologia educacional também cria desigualdades correspondentes

Dado o “analfabetismo tecnológico” de grandes grupos da população. Como emerge dos resultados dos estudos de programas relevantes da União Europeia, tanto os professores como os alunos precisam adquirir novas habilidades e conhecimentos relacionados ao uso de sistemas tecnológicos, antes que possam realmente usar tais métodos de comunicação.

Além disso, destaca-se a falta de flexibilidade em termos de conteúdo educacional e método de estudo, uma vez que por razões de economia de escala e padronização, a faculdade EAD se baseia principalmente em uma abordagem “industrial” para a produção de material educacional, ao mesmo tempo em que é ausente a adaptação diária do conteúdo através do papel catalisador do instrutor.
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A natureza pública, compartilhada e descontrolada da distribuição e uso de material educacional (especialmente fontes da Internet) cria novas questões em questões morais, éticas, ideológicas, etc. (direitos autorais, pornografia, propaganda em favor de teorias e práticas totalitárias, etc.).

Por outro lado, podemos supor que, porque quem concebe e produz o material educativo a distribuir é presumivelmente pessoal mais especializado e com larga experiência, o conteúdo da formação é qualitativa e metodologicamente superior à formação tradicional, ao mesmo tempo que garante uma uniformidade que não se incomoda com as fragilidades do instrutor local.